Regilda Araújo
Nunca pensei que algum dia veria a notícia de um robô que escreve como um humano, e ainda faz matérias que todos apostariam que foi uma pessoa de verdade quem escreveu. Há quem ainda não acredite que isso seja verdade. Como pode um amontoado de metal fazer o trabalho de um jornalista que leva quatro anos para adquirir um diploma?
Nunca pensei que algum dia veria a notícia de um robô que escreve como um humano, e ainda faz matérias que todos apostariam que foi uma pessoa de verdade quem escreveu. Há quem ainda não acredite que isso seja verdade. Como pode um amontoado de metal fazer o trabalho de um jornalista que leva quatro anos para adquirir um diploma?
É tão surreal
que me sinto como se estivesse em um filme de ficção, como uma máquina que
viaja no tempo, o saudoso filme “De volta para o futuro”, e o mais recente (não
tão recente assim) “Gigante de aço”, onde os protagonistas são robôs que lutam,
que têm movimentos próprios e ocupam os lugares dos
lutadores humanos em uma luta até a morte.
Quando em um milhão
de anos eu iria admitir que estou com medo do avanço da tecnologia? Já não basta
a diferença de cargo entre homens e mulheres, agora tenho que disputar com
uma máquina que escreve mais rápido que os meus pensamentos.
Posso até
recitar um velho provérbio que minha mãe sempre fala, “Enquanto você está indo
com a farinha, eu já estou voltando com a farofa pronta”. É assim que estou me
sentindo, enquanto estou pensando o caminho que vou seguir, o robô já está
pegando a estrada.
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